14/8/2016 - Hospitais jauenses focam na humanização

O dia a dia de um hospital é cercado de tarefas comuns, como diagnóstico do médico, aplicação de injeções e de medicamentos, aferição de pressão arterial, alimentação regrada e supervisionada por nutricionista e muitos outros procedimentos.
A prática rotineira de atendimento leva as equipes que atuam no interior dos estabelecimentos a pensar em mecanismos capazes de melhorar o tratamento e a autoestima do paciente. Cada instituição vive uma realidade diferente, mas com um ponto em comum: colocar em prática projetos que humanizem o atendimento.
Nesse contexto, o Comércio entrou em contato com os três hospitais da cidade que têm como público-alvo pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) para que indicassem os projetos que considerassem mais bem-sucedidos em relação ao atendimento mais humanizado.
No caso do Thereza Perlatti, a proposta do Hospital Dia completa 20 anos em 2016. Não é um projeto novo, mas possibilitar o tratamento a pessoas com contato maior com a família e a comunidade fez que fosse mantido até os dias atuais.
Em relação à Santa Casa, um problema enfrentado pelo hospital era dar atendimento mais rápido e qualitativo a gestantes que procuravam o pronto-socorro. Poderia ser um problema simples, mas o quadro também poderia demandar atenção de urgência. Retirar o serviço do pronto-socorro foi a saída encontrada pelo hospital.
O Hospital Amaral Carvalho decidiu amenizar o tratamento de quem pouco entende do que se passa ao seu redor: as crianças. A criação do Ursinho Elo permite que familiares gravem mensagens positivas, reproduzidas pelo bichinho de pelúcia sempre que o pequeno paciente desejar.

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Fonte: Comércio do Jahu

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