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18/7/2016 - Amaral Carvalho salva vida de sergipano com câncer

   A batalha contra o câncer estava quase chegando ao fim, quando o tratamento do taxista Alberto de Oliveira Pinto, 63 anos, iniciado em um dos hospitais públicos de Aracaju, capital de Sergipe, foi interrompido. “Depois de seis meses fazendo quimioterapia, eu deveria começar imediatamente as sessões de radioterapia, mas para isso havia uma enorme fila de espera. Se eu tivesse esperado, já estaria morto. Felizmente conheci a tempo o Hospital Amaral Carvalho (HAC) que salvou a minha vida”, comemorou.
   Beto Táxi, assim conhecido em sua terra, Porto do Mato, um povoado do município de Estância, no interior de Sergipe, foi diagnosticado com câncer de próstata em 2009. Todo o tratamento deveria ter sido feito em Aracaju, mas, devido a deficiências do sistema de saúde, sua rotina de procedimentos ambulatoriais foi suspensa. “Meu caso foi se complicando. Além do diagnóstico ter sido concluído somente um ano depois de aparecerem os primeiros sintomas da doença, quando o estágio da doença já era outro, tive de parar com meu tratamento porque não havia equipamentos disponíveis para as sessões de radioterapia ”, lamentou o taxista.
   Por decisão judicial, o Governo do Estado de Sergipe teve de encaminhar seus pacientes oncológicos para hospitais de outros estados a fim de reduzir a fila de espera para radioterapia. Foi aí que o taxista optou pelo Hospital Amaral Carvalho, o Hospital do Câncer do Brasil, em Jaú, interior de São Paulo.

Atendimento humanizado
   Há sete anos Beto é paciente do HAC. “Não conhecia, nem tinha ouvido falar de Jaú, mas, por indicação, escolhi o Amaral Carvalho. Aqui, os médicos e equipe olham nos nossos olhos, apertam nossa mão, nos abraçam e conversam conosco e com nossas famílias. Em nenhum outro lugar é assim. Isso faz muita diferença no tratamento”, avaliou o paciente.
   Beto recomeçou o tratamento em Jaú com cirurgia para retirada do tumor. “Até hoje não há mais sinal do câncer. Continuo fazendo manutenção no Amaral Carvalho para me livrar das fraldas, e enquanto estou em Jaú fico hospedado na Casa de Apoio Ignês de Carvalho Montenegro, com direito a leito, roupas de cama e banho, cinco refeições por dia e apoio psicossocial. Tudo pago pelo hospital”.
   Acompanhado de Vânia, sua ex-mulher, Beto diz que só volta de vez a Sergipe quando tudo estiver resolvido.


Beto e Vânia na Casa de Apoio do Hospital Amaral Carvalho

Prevenção
   Beto diz ter aprendido muitas lições, uma delas é dar atenção aos exames preventivos. “Eu sou doador de sangue e estou cadastrado no Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea, o Redome. De três em três meses fazia exames para doar sangue e nunca pensei que fosse passar pelo que tive de passar, até porque sempre tive bons hábitos alimentares, era um homem forte, fui nadador e pescador.  Achava que minha saúde estava 100%. Por isso nunca fiz exames preventivos de câncer de próstata”, confessou.
   Os exames preventivos não excluem a possibilidade de se ter um câncer, mas contribuem para o diagnóstico precoce e aumentam as chances de sobrevida e cura.
   Em 2016, cerca de 61 mil brasileiros receberão diagnóstico da doença, sendo a segunda causa de morte por câncer entre homens, ficando atrás apenas do câncer de pulmão.

Autor: Juliana Parra